quarta-feira, 22 de julho de 2009
sexta-feira, 17 de julho de 2009
"A MALDIÇÃO"
Às vezes tenho a convicção exata que tudo vai acabar que os céus vão desmoronar sobre mim, que terra vai se abrir e me engolir. São momentos difíceis esses que passo, que me fazem ter essas sensações, sensações que na maioria das vezes desejaria que se tornassem realidade, assim de uma vez por todas, não teria mais problemas, poria um ponto final em tudo isso. Eu sento nesse mesmo banco, debruço minha fronte sobre essa mesma mesa, e reflito, o quanto vale amar alguém, o quanto alguém pode transforma o seu pensar, o seu agir, o quão simples podem ser os gestos de uma pessoa, mas que no final fazem você se sentir único, na capacidade que uma única pessoa pode ter, de cabo a toda infelicidade que existe em você, e apenas com o seu cheiro, te acalmar. Penso eu, não minha “ignorância racional” que na vida, buscamos pessoas assim, que nos fazem sentir tudo isso, alguns conseguem encontrar, e puxa vida! Pensem na felicidade que um ser humano tem quando encontra alguém assim? Que completa sua vida, é inexplicável. Outros desistem e acabam se acostumam com a vida “sem um grande amor”. E no meio desses dois tipos de “pessoas” existe um que foi condenado, amaldiçoado, desde que veio a existir, são aqueles que não desistem, que lutam para encontrar alguém que os completará, no entanto, o mais irônico de tudo, e que às vezes eles acabam encontrando, desfrutando da presença arrebatadora dessas pessoas, porém, quando descobrem o verdadeiro amor batendo dentro do seu peito, quando sentem o seu coração que antes estava adormecido, voltar a pulsar vida, quando tudo parecer perfeito, é hora em que dele, é tomado esse amor, como quem arranca dos braços de sua mãe o filho que acabará de nascer, e assim, esses homens caminham errantes e amaldiçoados sobre a terra, amando, mais nunca sendo feliz
(To sem saco pra formatar o texto)
(To sem saco pra formatar o texto)
terça-feira, 14 de julho de 2009
Soneto a ausência
Já se passam as manhãs, tardes e noites,
E eu, no entanto torno-me segundo após
Segundo, um ser desacreditado,
Solitário, pós não tenho a ti.
Arranquem-me as vestimentas, deixem-me
Sem o sustento, levem-me o fôlego e esperem
Eu sucumbir até a morte, mais implorando estou,
Não me arranquem o amor que um dia eu descobri,
Não me deixem sem os abraços que aquecem o
Meu ser, não me levem a amada da minha alma,
Aquela a qual nenhum outro ser pode compara-se.
“os que desistem de um grande amor serão enterrados
Em nossas memórias, porém, os que jamais desistem
Serão eternos, e nunca morrerão.”
Neko
E eu, no entanto torno-me segundo após
Segundo, um ser desacreditado,
Solitário, pós não tenho a ti.
Arranquem-me as vestimentas, deixem-me
Sem o sustento, levem-me o fôlego e esperem
Eu sucumbir até a morte, mais implorando estou,
Não me arranquem o amor que um dia eu descobri,
Não me deixem sem os abraços que aquecem o
Meu ser, não me levem a amada da minha alma,
Aquela a qual nenhum outro ser pode compara-se.
“os que desistem de um grande amor serão enterrados
Em nossas memórias, porém, os que jamais desistem
Serão eternos, e nunca morrerão.”
Neko
segunda-feira, 13 de julho de 2009
Soneto a monotonia
Todos os dias me pareciam iguais
Sem nada de muito interessante a fazer.
E por algum tempo, acreditei
Que seria assim, por toda a vida, eternamente.
Porém num desses dias que pra mim
Pareciam iguais, a tantos outros que
Já haviam passado... Te vi.
Foi por um relance do acaso, nisso, tive uma
Inútil certeza que mais me parecia loucura,
De que os dias de aguda monotonia logo acabariam.
Tudo porque causa de ti,
Tudo porque havia te encontrado.
E a inútil certeza tornou-se
Realidade, pois existias...
Dedicado a ela: "A Vick"
Neko
Sem nada de muito interessante a fazer.
E por algum tempo, acreditei
Que seria assim, por toda a vida, eternamente.
Porém num desses dias que pra mim
Pareciam iguais, a tantos outros que
Já haviam passado... Te vi.
Foi por um relance do acaso, nisso, tive uma
Inútil certeza que mais me parecia loucura,
De que os dias de aguda monotonia logo acabariam.
Tudo porque causa de ti,
Tudo porque havia te encontrado.
E a inútil certeza tornou-se
Realidade, pois existias...
Dedicado a ela: "A Vick"
Neko
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