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terça-feira, 14 de abril de 2009

Uma Crônica

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"A felicidade" -Tom Jobim-

Qualquer ser humano que se preze na sua mais improvável realidade, acredita que a felicidade não tem fim, mais a verdade é, um dia, todo mundo que cai em si, e vê que a felicidade
é assim mesmo, como canta o Poeta: “Tristeza não tem fim, Felicidade sim.” Magicamente ele compara a felicidade como uma gota de orvalho, que exala o aroma da madrugada, mais que tão breve dessaprarecerá com o raiar do dia, ou seja, uma hora ela acaba, e assim, novamente surgiráà tristeza, que parece ser infinita... "A vida não passa de uma ficção desnorteada." Em alguns momentos dela, até pensamos sentir felicidade, mais lembra ? "Ficção desnorteada!" A grande verdade, sobre essa sensão é descritar por Tom Jobim, através de uma pluma: “A felicidade é como pluma que vento vai levando... Precisa que haja vento a sobra.” Encontre a Felicidade e veja que na verdade ela dura o tempo suficiente pra que nos esqueçamos por alguns segundos,que logo em breve o vento iria para de sobrar, e a “Pluma”, cairá. “A minha felicidade esta sonhando nos olhos da minha namorada...” Mais que esperançosa ilusão, não? Existe incerteza mas provável do que no amor? Que ingenuidade acreditar que a felicidade, hoje paira nos teus olhos, que teu olhar é porto seguro pra mim, só mesmo sendo poeta pra acreditar nisso. Mais já que a felicidade é o resultado da ausência da tristeza, e que não passa de uma ficção, então porque não continuar sendo enganado por ela? Afinal de contas ela não deixa de ser gostosa de se sentir, não é verdade? Viva a ilusão contagiante da Felicidade, mais não esqueça: “Tristeza não tem fim, Felicidade sim.”

-Neko-

sábado, 11 de abril de 2009

Para onde as nuvens vão ???

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Por muito tempo essa foi minha indagação,
A minha incansável perturbação...
Tentava de varias maneiras compreende-las,
E percebia que quanto mais tempo gastava
Ao entender-las mais me envolvia com
Suas contagiantes formas...
Formas que às vezes expressavam
O que por dentro sentia, formas que
dava calor ao meu coração adormecido...
Se o fato de entender as nuvens era complicado...
Imagine então o quão angustiante considerava eu,
O porquê dos Céus, serem infinitos...
Confesso que hoje entendo,
O Porquê das nuvens ligeiramente correm,
E sei qual a explicação da Grandeza dos Céus...
Ao te olhar, compreendi que quando miras
Em direção aos Céus as nuvens recuam,
Como se abrisse passagem, para um
Espelho que é tão grande como sua
Admirável beleza, que reflete
O Ser mais Perfeito...
Você.

Neko